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17/12/2019

Klabin apoia jovens indígenas a conquistar diploma

Klabin apoia jovens indígenas a conquistar diploma

 

Apoiados pelo Plano Básico Ambiental Indígena (PBAI) da empresa, jovens kaingangs vêem na educação o fortalecimento de sua comunidade

 

Paraná, 17 de dezembro de 2019 — Na última semana, a comunidade indígena, Tibagy-Mococa, localizada a 50 quilômetros do centro da cidade de Ortigueira, no Paraná, mostrou que o poder transformador da educação não tem limites, ao celebrar a formatura de cinco jovens que concluíram sua trajetória na universidade.

 

Fruto de uma construção conjunta entre a comunidade kaigang e a Klabin, os recém-formados fizeram parte da primeira turma de bolsistas universitários que está contemplada no Plano Básico Ambiental Indígena (PBAI) da Companhia.

 

O Plano faz parte das condicionantes para o licenciamento da Unidade Puma, inaugurada em 2016, e foi elaborado após um completo estudo antropológico das duas Terras Indígenas (Tis) que estão localizadas no município de Ortigueira. O investimento em educação foi resultado de um processo participativo de consulta envolvendo a Klabin, a Fundação Nacional do Índio (Funai) e as comunidades indígenas.  O Programa de Bolsas de Estudos desenhado no PBAI, além de oferecer materiais pedagógicos durante o curso, conta com uma tutoria que avalia periodicamente o engajamento e as necessidades da rotina acadêmica dos bolsistas.

 

Renato Pereira, residente da Terra Indígena Mococa, está entre os formandos da turma de odontologia da Universidade Estadual de Ponta Grossa e é o primeiro indígena a concluir este curso na instituição. Determinado, comemora agora uma conquista inspirada por seus avós, “Nunca me faltou incentivo. Meus avós tiveram uma vida muito sofrida, mas me ensinaram desde cedo que eu precisava estudar”. Complementa ainda que o acesso à educação transforma todos em volta, “Ir para uma universidade amplia o nosso olhar para o mundo e estar lá também é importante para que as outras pessoas entendam e respeitem o valor da cultura indígena”.

 

Em 2019, além de Renato, outros cinco jovens encerram esse importante ciclo e para Adriana Batarse, formanda de pedagogia, os planos de futuro são os melhores possíveis. “Já estou trabalhando como professora e não pretendo parar de estudar e me atualizar. Tenho certeza de que para os meus alunos, ver que alguém como eles chegou até aqui, é muito inspirador”, conta.

 

“Investir em educação faz parte da Política de Sustentabilidade da Klabin e ver esse resultado aplicado a comunidades tradicionais é uma conquista que merece ser muito celebrada, pois o conhecimento é um patrimônio importantíssimo para seu desenvolvimento e sustentabilidade”, afirma Uilson Paiva, Gerente de Responsabilidade Social e Relações com a Comunidade da Klabin.

 

O PBAI também prevê ações relacionadas ao meio ambiente, geração de renda, valorização da cultura kaingang, além de obras de infraestrutura, como ampliação e equipagem de salas de aula nas escolas estaduais presentes nas comunidades e construção de quadras poliesportivas. Todas as ações estão em linha com a Política de Sustentabilidade da Klabin e os Objetivos de Desenvolvimento Social da ONU.

 

Conheça a relação de formandos das comunidades indígenas Kaingangues contemplados pelo PBAI da Klabin:

 

§  Adriele kur Tu Salles Batarse – Pedagogia EAD na Unisociesc

§  Adriana Fagtê Salles Batarse – Pedagogia EAD na Unisociesc

§  Janaína dos Santos Moraes – Pedagogia EAD na Unisociesc

§  Renato Pereira – Odontologia na UEPG

§  Zaqueu Lima da Silva – Pedagogia EAD na Unisociesc

 

Renato Pereira, Zaqueu Lima da Silva, Janaína dos Santos Moraes Adriana Fagtê Salles Batarse, Adriele kur Tu Salles Batarse

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