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EmbalagemMarca 29/04/2020

Klabin utiliza celulose como matéria-prima na produção de álcool em gel

A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, em parceria com o Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos e Fibras (organização integrante do Senai Cetiqt) e a indústria de cosméticos Apoteka, finalizou, em tempo recorde, os testes para produção de álcool em gel feito a partir da celulose microfibrilada (MFC). O novo produto, extraído da madeira, substitui o carbopol, importante componente utilizado na fabricação de álcool em gel, com alta de preço devido à demanda mundial crescente em meio à pandemia da Covid-19.

O trabalho inovador, realizado ao longo de duas semanas, foi conduzido por um grupo de cerca de seis pesquisadores e um time de 20 pessoas, com envolvimento direto das duas empresas e da entidade. O primeiro volume, de 60 quilos, já está em fase de testes e adaptações para que possa ser utilizado. A concepção do uso da celulose microfibrilada empregada partiu do Centro de Tecnologia da Klabin e foi produzida no recém-inaugurado Parque de Plantas Piloto da Companhia, localizado em Telêmaco Borba (PR). O local foi projetado para produzir, em pequena escala industrial, tanto a MFC quanto a lignina, substâncias extraídas da madeira.

“Uma das rotas de pesquisas do Centro de Tecnologia é direcionada aos diversos usos da madeira. Temos um enorme potencial de extração de novos produtos a partir da nossa principal matéria-prima, as árvores de florestas plantadas. A utilização da nanocelulose na produção de álcool em gel reitera as inúmeras possibilidades de fonte renovável que temos pela frente”, destaca Francisco Razzolini, diretor de Tecnologia Industrial, Inovação, Sustentabilidade, Projetos e Negócio de Celulose da Klabin. “Estamos muito satisfeitos com o resultado desse projeto e, como acreditamos que cada atitude conta, esperamos que essa seja mais uma ação da Klabin para auxiliar no combate ao coronavírus”, complementa o executivo.

O produto está em processo de validação pela Anvisa, mas já possui laudos técnicos que garantem a sua ação antibactericida, importante no combate à Covid-19. Além disso, a MFC utilizada para este fim é um tipo específico de nanocelulose, mais homogênea e que garante hidratação para a pele, evitando o ressecamento pelo uso contínuo do produto. Após as aprovações, a expectativa é que o produto entre rapidamente em produção para atender as demandas de mercado.

 

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