Klabinna Mídia

Estadão 12/01/2021

A ciência pelo nosso planeta

Cristiano Teixeira – Economia & Negócios – 12/01/2021

Luta pela preservação ambiental é urgente e demanda ações concretas também do setor privado

A luta pela preservação ambiental é urgente e demanda ações concretas. Não apenas de governos e da sociedade civil organizada, mas também do setor privado, que tem assumido protagonismo importante para provar que negócios e meio ambiente andam juntos.

Por essa visão, já adotada pela Klabin há anos, recentemente fomos convidados a integrar o COP26 Business Leaders e somos a única empresa brasileira no grupo que reúne executivos da iniciativa privada para ajudar na construção de pautas relevantes para a Conferência do Clima – COP26, a ser realizada em novembro de 2021.

A urgência deste debate é de conhecimento mundial. A temperatura média global em 2019 foi 1,1 grau Celsius acima do período pré-industrial por causa das altas emissões, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), o suficiente para causar problemas ambientais.

A Klabin tem muito a contribuir no debate, com nossos compromissos de redução de emissão pautados pelo , que fornece caminhos para que empresas reduzam as emissões de gases de efeito estufa com base na ciência do clima. Ou seja, em estratégias e soluções que tenham resultados concretos e comprovados.

A empresa, para citar um movimento recente, aderiu à Força-Tarefa para Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD, na sigla em inglês), que recomenda a inclusão, em projetos e relatórios financeiros, de riscos e oportunidades relacionados ao clima.

E agora queremos, e vamos, contribuir para a criação de nova trilha sustentável para a COP26. Esse movimento se faz ainda mais urgente diante da pandemia de covid-19, que tem aumentado a desigualdade social, sobretudo nas economias menos desenvolvidas.

A história da Klabin com a COP é antiga. Começou no século passado, com a ECO-92, no início da década de 1990, quando o ex-ministro das Relações Exteriores e vice-presidente ex-officio da Conferência foi Celso Lafer, membro do Conselho de Administração da Klabin. E Israel Klabin, fundador e presidente do Conselho Curador da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS), presidiu o comitê nacional de organização da ECO-92.

Também destaco outros passos importantes da Klabin: em 2003, torna-se signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Em 2016, adere voluntariamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e, em 2019, oficializa seu compromisso com a Business Ambition for 1.5° C – Our Only Future, uma das 87 empresas em todo o mundo reconhecidas por liderar o combate às mudanças climáticas.

A companhia também está listada no índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 (ISE) desde 2014 e, em 2020, integrou o Índice Dow Jones de Sustentabilidade nas carteiras Mercados Emergentes e Mundial, única indústria brasileira nesta última categoria.

O negócio da Klabin é inerente ao meio ambiente. Dependemos e defendemos o uso sustentável da nossa matéria-prima e cadeia integrada de produção. A madeira para a fabricação de celulose vem de florestas plantadas em mais de 260 mil hectares, onde 90 árvores são plantadas por minuto, em média.

A empresa também mantém 43% de sua área florestal total para preservação da biodiversidade. Ou seja, outros 240 mil hectares de matas nativas conservadas.

O resultado é que a Klabin tem saldo positivo de 4,7 milhões de toneladas de CO2eq e já reduziu em 60% suas (Escopo 1 + 2) emissões específicas de CO2eq. E conta com matriz energética 89% proveniente de fonte renovável.

Um dos lemas da COP26 é Together for our Planet e, para nós, da Klabin, não poderia ser melhor. Juntos, com iniciativas de sustentabilidade e ciência, temos condições de melhorar a vida no nosso planeta.

*CEO DA KLABIN

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